A nossa decida para a fisicalidade se inicia quando a nossa consciência decide ter uma experiência separada do TODO, que é a Fonte Deus Pai-Mãe. Esta consciência decide sair do Oceano da Fonte e inicia assim a sua descida pelas dimensões.

Ao sair da Fonte, a consciência precisa “entrar em um corpo”, para que possa “navegar” pela Mente de Deus, que é o Universo. Ela então assume um primeiro corpo, na forma de SupraMônada.*

A SupraMônada é uma consciência muito grande, e energeticamente complexa em todo o seu Ser. Assim deve ser, pois ela é uma fagulha pura da Fonte. Livre de qualquer experiência ainda, ela inicia a sua jornada em um determinado Universo, dando origem a muitas Mônadas,que são seus raios-filhos, por assim dizer. São centelhas de sua própria existência, a que esta dá origem para que cada uma de suas filhas possa explorar um setor diferente do Universo, reunindo assim uma grande quantidade de informação que irá enriquecê-la e a toda a Criação.

Cada Mônada é então supervisionada a escolher um setor do Universo para que as fagulhas a que dará origem possam viver experiências e enriquecê-la. A Mônada, então, gera muitas fagulhas de Eu Sou. Cada Eu Sou gera muitas fagulhas de Eus Superiores, que são a Alma. E cada Eu Superior gera muitas fagulhas de Alma. Serão estas fagulhas de Alma que irão encarnar na fisicalidade ou mundos 3D/4D para viverem experiências.

O fragmento de Alma quando chega pela primeira vez na fisicalidade é um raio puro de seu Eu Superior. Livre de quaisquer experiências, ele inicia a sua jornada no ciclo encarnacional. Esta fagulha de Alma é imutável e fica armazenada em nosso canal kundalini (dentro da nossa coluna espinhal em um corpo chamado corpo de luz que vibra à frequência da 5D e acima) e na nossa glândula pineal. A fagulha nós chamamos de Eu Inferior, pois é uma parte do seu Eu Superior, um raio deste.

Uma vez encarnado, o Eu Inferior começa a ter experiências, a interagir com o seu meio e com as outras fagulhas de Alma encarnadas no seu meio. Porém, assim que começa a ter as suas experiências, este Eu vai aprendendo e acumulado informações, que ficam registradas nos seus corpos mais sutis e nos seus Registros Akáshicos. O Ser então se modifica, moldado pelo seu meio e pelas experiências que acumula. Porém, ele não modifica o seu Eu: ele cria/adquire uma personalidade para que esta sirva de intermediadora entre Ele e o seu meio. A esta personalidade damos o nome de Ego.

O Ego não é o Eu Interior (ou seja, a cópia do Eu Superior). Esta permanece inalterada e guardada dentro de seu Ser. Em muitos momentos, o Eu Inferior serve de guia, uma voz em nossa cabeça que nos dá conselhos, que nos orienta. Esta voz é como nós somos de verdade, a nossa verdadeira consciência. Ao longo do caminho, o Ego muda muitas vezes, de acordo com as experiências que escolhe para si e da forma como encara estas experiências (como as toma para si, na forma de energias/informações que guarda em seus corpos e seus chackras). O Ego nos serve para proteger o nosso Eu Inferior, guardá-lo, de forma que esta nossa energia possa permanecer inalterada durante toda a nossa experiência.

Fonte: Michaela – Arthemis de Luz