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As doze fitas de DNA e os doze chakras possuem muitos dozes paralelos, que se movem com eles. A história do doze está profundamente expressa por todo o seu planeta. Está profundamente embebida na psique de massa da consciência humana e tem sido empregada ao longo do tempo, para usar termos humanos, como um método para estruturar e transmitir informações de um sistema para outro. A história do doze ancora neste mundo a idéia da existência significativa.
O primeiro uso do antigo ensinamento do doze foi o conceito de zodíaco, um estreito cinturão de dezoito graus de largura de cada lado da eclíptica, que é o caminha circular aparente do sol ao redor da Terra. O zodíaco foi dividido em doze signos, com doze casas, transmitindo conhecimentos sobre a criação através da idéia de entrelaçamento e ligação de doze partes significativas. Acredita-se que o zodíaco encontrava-se vivo na memória e ele desempenhou papel integrante nas civilizações suméria, hindu, chinesa, egípcia, caldéia, grega e romana.
O desenvolvimento humano está profundamente ligado a ciclos universais distribuidores das doze energias zodiacais, através das quais novas expressões passaram a existir. Hoje, vocês usam relógios e calendários como lembretes da divisão de energia, pois eles também marcam o tempo através do uso significativo do doze.
A Bíblia e outros textos antigos referem-se a muitas relações baseadas no doze – doze portas, doze tribos, doze anjos, doze filhos, doze apóstolos/discípulos e mesmo os doze cavaleiros da távola redonda, e agora, hoje, o décimo segundo planeta. Usamos a idéia dos doze chakras, doze fitas de DNA e doze bibliotecas porque vocês estão codificados, por assim dizer, para reagirem a uma visão maior da realidade através destes símbolos e para lembrarem dela.
Os seus doze chakras são conjuntos ou bolsos de energia de onde os acontecimentos podem emergir. Eles contêm memória e identidade e cada um corresponde a uma fita de DNA.

Extraído do Livro Terra – Chaves Pleiadianas
de Barbara Marciniak